domingo, 19 de janeiro de 2014

2 anos e 8 meses

Hoje queria poder estar contigo a festejar esse dia especial, o dia que começamos a namorar.
Era hoje que fazíamos 2 anos e 8 meses de namoro onde prometeste tanto e acabaste por me deixar, alias não cumpriste o que prometeste. Dizes te ser diferente dos outros mas afinal só demonstraste o contrario. Como foi possível deixar de amar uma pessoa de um dia para o outro? Gostava que me respondesses a essas perguntas. Mas  o que sabes dizer que desististe de tudo. Desistir não é palavra certa para uma pergunta que precisa de uma boa explicação.
Mas não te vou obrigar a responder, ao menos acho que devias de dar uma explicação porque não se deixa uma pessoa que se ama assim desta maneira. Sim , sei que tens razão que quando discuto quando não tenho razão mas não sou só eu que discuto. Tu também tinhas as vezes pancadas das quais não tinha culpa e perdoava. Sabes porquê? Porque quando se ama perdoa -se mesmo que seja um erro que nós magoa muito, porque não se deixa o orgulho ser maior que este sentimento.
Muitas vezes dá me vontade de ir ter contigo mas desisto com medo da tua reacção. De dizeres coisas que não quero ouvir. Já é a 3 vez que vou a uma paragem de camionetas para ir ter contigo e desisto de ir. Como dizes não vale a pena estar a dizer isso tudo porque na verdade nada do que estou a dizer faz sentido para ti.
Só espero que sejas feliz e Amo-te apesar de tudo....

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Porque me deixaste ir?



Por que me deixaste ir assim
Não me desceste nada
Apenas me deixou ir
Quem sabe
Se tu falasses para eu voltar
Eu voltaria
Mas não simplesmente tu calaste
Deixando assim eu partir
Partir com meu coração em pedaços
Minha alma despedaçada
Minha vida sem ter um motivo pra viver,
Pois.
Tu eras a minha vida
Não queria te dizer adeus
Queria viver este amor loucamente
Mas não tive escolha
Tu me deixaste partir!!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Nosso jardim




ola!
Sabes hoje estive no tal jardim onde nos conhecemos pela primeira vez e lembrei me de tantas coisas.
Lembrei-me da maneira que estávamos vestidos, na maneira que olhamos um para o outro,lembrei-me do quanto apaixonada estava por ti.
Lembro das palavras que disseste a principal a que eu fiquei vermelha de vergonha. Não me esqueço de nada de tudo que passamos naquele jardim.
E hoje vejo o quanto isso mudou e tento perceber mas não consigo encontrar uma explicação um sentido.
Ás vezes penso que falhei como namorada, que falhei em tudo aquilo que fiz por ti.Acho que foi uma péssima namorada, nunca te dei o valor que que mereceste.
Sabes sempre foi muito feliz contigo que até aos domingos não dava me vontade de deixar ires porque sabia que iria esperar mais 6 dias para estar contigo outra vez, sem te poder tocar e beijar.
Nem imaginas o quanto isso me faz falta, o quanto triste estou, o quanto choro por ti todas as noites em calado sem ninguém se aperceber o quanto infeliz estou. Dá- me vontade de mandar sms a dizer o quanto me fazes falta mas apago com medo daquilo que possas dizer.
Não percebes que só tu me fazes feliz. Preciso de ti, tira-me desta tristeza que permanece em mim, deixa-me fazer te feliz. Porque estás a fazer isso com nós os dois, a deixar escapar a nossa felicidade por um capricho teu.Não deixes escapar a pessoa que te ama e que te pode fazer feliz. Eu amo-te e tu sim, fazes me muito feliz. Mas isso não queres entender ou fazes não entender.
Em fim o que posso dizer é que Amo-te e não vou deixar de te amar.

AMO-TE  B.B

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Depois de muito pensar em ti e de lembrar de tudo o que começou, o que será que deu errado? lembrei que tudo foi por amor, A-M-O-R?, uma palavra tão pequenina e tão repetida tantas vezes mas sem ao menos pensar um pouquinho na profundidade de seu significado.
Será que sabemos amar, será que sabemos o que é amor?


Aí eu vou olhar na bíblia e leio: O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.


O amor é livre, é espontâneo, não é pegajoso, vingativo, amor é liberdade. Na verdade esse não é o amor propagado aos quatro ventos por todo o mundo, que amor é esse que causa tanta dor. Então eu ainda não aprendi a amar.
Acrescentaria mais coisas: o amor é querer o bem do outro, é querer a sua felicidade mesmo que seja nos braços de outra pessoa ( e isso vai doer pra caramba, dói só de imaginar que o fim pode ter sido por isso) se éassim que ela deseja.
É difícil dizer ADEUS quando fizemos tantos sonhos, tantas promessas, tantas declarações de amor, mas temos que pensar no amor, no verdadeiro amor.
Jesus mandou amar o próximo como a si mesmo, mas isso talvez seja a coisa mais difícil de se fazer nos dias de hoje, principalmente quando sentimos a dor da perda, mas talvez a dor tenha me feito perceber isso, o verdadeiro significado do amor, então não posso querer teu mal só porque não me queres mais.Quem errou mais? Isso não importa agora, logo posso ficar com toda aculpa pelo nosso fracasso. Sempre sonhei com algo diferente, como nos contos de fada. A realidade é deveras distinta, só Deus é testemunha como tentei. Mas, nesse momento, nada disso importa, nada do que doeu importa. Eu vou ficar aqui sozinha, com minhas lembranças e nosso fracasso. Vou lembrar das partes boas, para me emocionar com a saudade. Não lembrarei de nenhuma briga, nem nada disso! Eu quero umareceita para esquecer dos momentos ruins, dos bons eu não preciso. Nãopreciso e não quero. Para que esquecer do que me orgulho? do que mefez feliz? Deixa a saudade me machucar, meu anjo, uma hora ela secansa. Eu não abro mão de recordar o quanto fomos felizes. Acabou sim,mas não sem muito amor. É o fim, mas não antes de muitas promessas deeterna felicidade. É isso que vale afinal. Eu busco isso a cada instante da minha vida.Se consegui a receita pra esquecer um grande amor? Não, parece queisso não existe mesmo meu amor. A minha é seguir em frente, então equando não der Chorar, não há problema nenhum nisso, quem aprende aamar, aprende a chorar também.


 Eu aprendi, pratiquei contigo e jamais te esquecerei..

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Hoje penso em ti


Hoje tenho vontade de te dizer o que sinto... 
Hoje tenho vontade de te sentir... 
Hoje quero-te em meu abraço e não pensar no depois, no amanhã..
Hoje quero perder-me em teu olhar e achar-te nesse lugar só nosso..
Hoje tenho vontade de ti, de nós... 
Hoje tenho necessidade de soltar essas palavras que os meus dedos dizem a tua pele... 
Hoje tenho necessidade de voarcomo só contigo aprendi... 
Hoje tenho vontade de estar ao teu lado, não era preciso falar, só te ter ao meu lado a compartir meu silencio...
Mais hoje, não farei nada disso, simplesmente comparto com o vento a minhas vontades, necessidades de ontem,de hoje para que amanhã as deixem de ser...

sábado, 4 de janeiro de 2014

Saudades que apertem....




Quando as saudades apertam o coração…quando imagino os dias que ainda tenho pela frente sem te poder ver, sem te poder tocar, sem te poder abraçar, eu desespero…e o meu coração chora…de tristeza, de vazio, de angústia, por tanto te amar…
Não consigo desistir de ti…és importante demais para mim…e eu sei que tu sabes disso…
Mas…também não luto para te ter outra vez…já passou como a água do rio que passa por debaixo da ponte…e estou cansada…muito cansada…desisti de ti fisicamente, mas o meu coração, esse, há-de ser sempre teu…
E já passaram tantos e tantos dias… e continuas sempre tão presente…acompanhas-me diariamente em espírito, que há-de ser até ao fim dos nossos caminhos…

A CANÇÃO DESESPERADA, de Pablo Neruda
Tua lembrança emerge da noite em que estou.
O rio junta ao mar seu lamento obstinado.

Abandonado como os portos na alvorada.

É a hora de partir, oh abandonado!

Sobre o meu coração chovem frias corolas.

Oh sentina de escombros, feroz cova de náufragos!

Em ti se acumularam as guerras e os vôos.

De ti alçaram asas os pássaros do canto.

Ah, tudo devoraste como a fria distância.

Como mar, como o tempo. Tudo em ti foi naufrágio!

Era o momento alegre do assalto e do beijo.

Era a hora do assombro que ardia como um facho.

Angústia de piloto, fúria de búzio cego,

turva embriaguez de amor, tudo em ti foi naufrágio!

Minha infância de névoa, de alma alada e ferida.

Descobridor perdido, tudo em ti foi naufrágio!

Eu fiz retroceder a muralha de sombra,

e caminhei além do desejo e do ato.

Oh carne, carne minha, mulher que amo e perdi,

a ti, nesta hora húmida, evoco e elevo o canto.

Como um vaso abrigaste a infinita ternura,

e o esquecimento infindo te partiu como a um vaso.

Era a negra, era a negra soledade das ilhas,

e ali me receberam, mulher de amor, teus braços.

Era a sede, era a fome, e foste tu o fruto.

Era o luto, as ruínas, e tu foste o milagre.

Ah mulher, não sei como tu pudeste conter-me

na terra de tua alma e na cruz de teus braços!

Meu desejo de ti foi o mais tenso e curto,

o mais revolto e ébrio, o mais terrível e ávido.

Cemitério de beijos, inda há fogo em tuas tumbas,

ardem ainda as uvas bicadas pelos pássaros.

Oh a boca mordida, oh os beijados membros,

oh os famintos dentes, oh os corpos trançados.

Oh, a cópula louca de esperança e esforço,

em que nos enlaçamos e nos desesperamos.

E a ternura leve como a água e o trigo.

E a palavra apenas começada nos lábios.

Foi esse o meu destino: nele foi meu anseio

e caiu meu anseio, tudo em ti foi naufrágio!

De queda em queda ainda flamejaste e cantaste.

De pé qual um marujo sobre a proa de um barco.

Ainda floriste em cantos, rompeste correntezas.

Oh sentina de escombros, poço aberto e amargo.

Pálido búzio cego, fundeiro desditoso,

descobridor perdido, tudo em ti foi naufrágio!

É a hora de partir, a dura e fria hora

pela noite sujeita a todos os horários.

O cinturão ruidoso do mar aperta a costa.

Surgem frias estrelas, emigram negros pássaros.

Abandonado como os portos na alvorada.

Somente a sombra trêmula se contorce em meus braços.

Ah, mais do que isso tudo. Ah, mais do que isso tudo.

É hora de partir. Oh abandonado!