quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Esperança,Amor e Fé

           


Ainda que eu falasse as línguas das mulheres e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa.   
          E ainda que tivesse o dom, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor.
           E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimada, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
     O amor é sofredor; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria  não se porta inconscientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
     O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
       Quando eu era menina, pensava como menina; mas, logo que cheguei a ser mulher, acabei com as coisas de menina.
     Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
        Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.

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